Mas a segunda notícia faz esquecer rapidamente a primeira. A ilha de Zanzibar baniu o sexo homossexual, sendo que o sexo lésbico passa a ser condenado com uma pena de prisão de 7 anos, e o gay de 25 anos, igual ao homicídio. Porque afinal como diz o Sheikh Muhammed: «Não existe diferença entre sodomia e homicídio.» A ilha de Zanzibar é uma região autónoma da Tanzânia, e a sua população é maioritariamente muçulmana.
O mais estranho é que esta nova lei surge na sequência de ataques à bomba, com a interessante desculpa de que é uma lei para aumentar a segurança da ilha. A parte das suspeitas dos ataques bombistas recairem em grupos fundamentalistas islâmicos não vem ao caso, e a lei passou com unanimidade no parlamento. Tudo isto numa terra em que por norma os homens se cumprimentam com dois beijos na face, o que por uma questão de lógica deveria ter uma pena semelhante à da agressão física com arma branca.
Triste ainda é pensar que os governos do chamado "primeiro mundo" nada farão para justificar a alcunha, cabendo ao simples cidadão ter o discernimento, inteligência e humanismo suficientes para na hora de escolher o destino de férias banir a Tanzânia e Zanzibar da lista de possibilidades.
Choose a blood-free destiny, ban Tanzania of your vacations!
Misha